Francarlo Pereira
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Terminei hoje o episódio 1 e 2, e achei muito bom! É mais um dos jogos que me atraem pela possibilidade de escolhas e caminhos diferentes, que é o meu tipo favorito de jogos, que infelizmente já gabaritei todos que eu saiba da existência, então fico feliz que tenha lançado outro do gênero A animação é muito linda e única, as músicas são ótimas e o humor do jogo é bem-feito, além dos personagens que também são interessantes e divertidos. Fico muito feliz que ex-integrantes da Telltale conseguiram se reerguer após todo o ocorrido com a empresa e desenvolver algo com tanto carinho e personalidade O único ponto negativo é que os episódios são muito curtos! Em jogos separados por episódios (como Life is Strange, The Walking Dead, etc...), eu estava acostumado a ficar 2 horas pra mais por episódio, mas em Jogo Do Bicho 11 Horas Tem Jogos Com RTP Variável Usa RNG Certificado Tem Programa VIP Tem Roleta Francesa Tem Sistema De Apostas Rápidas Tem Bônus De Recarga Tem Torneios De Pôquer, é praticamente metade desse tempo
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Richards silva gomes
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Battlefield 6 tem seus momentos de glória, mas, meu amigo, é uma montanha-russa que descarrila mais do que entrega. Quanto mais tempo eu boto em jogo, pior minha percepção quanto a ele fica: Ponto número 1: O menu é um pesadelo de UX. Sério, parece que alguém da equipe olhou pro catálogo da Netflix e pensou: “Olha, um carrossel horizontal! Vamos enfiar isso no jogo!”. Navegar por ele é como tentar achar um filme bom no streaming às 3 da manhã: confuso, frustrante e você só quer desistir. Ponto número 2: O hype passou, e sobrou um primo distante do Call of Duty. Após a empolgação inicial, fica claro que a DICE quis surfar na onda dos jogos frenéticos tipo CoD. É correr, atirar, deslizar, e rezar pra estar com a arma do meta, porque, se não, boa sorte. Os mapas menores são um caos absoluto, e os maiores? Bem, prepare-se para ser eternamente humilhado por jatos pilotados por ases que parecem saídos de Top Gun. Eles vêm, metem um rasante, te obliteram e somem no horizonte. Derrubar um piloto experiente? Esqueça, o mesmo já sumiu antes de você conseguir dar lock. Ponto número 3: Hitbox e bloom: a loteria da morte. A jogabilidade em média e longa distância é uma roleta russa. O bloom das armas e a hitbox caprichosa transformam cada tiroteio numa questão de sorte. Quem será o escolhido para sair vivo em uma trocação aonde ambos ficam pinando eternamente? Spoiler: provavelmente não é você. Ponto número 4: Campanha? Que campanha? Se você achava que Battlefield nunca foi sobre campanha, BF 6 prova que pode ser ainda pior. É tão genérica que parece um FPS de 2006 baixado de um site duvidoso. Rasa, previsível e com menos carisma que um NPC de tutorial. Ponto número 5: Progressão que não faz sentido. O sistema de progressão é uma piada de mau gosto. Quer uma skin maneira pra sua sniper? Ótimo, agora vai lá jogar 50 horas de engenheiro. É como ter que lavar louça pra ganhar um sorvete. Quem pensou nisso claramente nunca jogou um videogame na vida. Ponto número 6: Mapas que testam sua sanidade: Mapas como os urbanos são um exercício de paciência (ou insanidade). Inimigos brotam de todos os lados — atrás, na frente, dos lados, do teto, do esgoto. É como a famosa frase "Fish in a barrel", porem você é o peixe. Sem 300 mg de cafeína e reflexos de dar inveja em um gato, prepare-se você vai ser humilhado até a finalização da partida.
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