ℭ𝔯𝔶𝔰𝔱𝔞𝔩
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Que nostalgia! Me lembrei da epoca das Lan Houses lotadas, da gritaria da galera... Isso tudo que me trouxe aqui. Dai percebi que sou um b**ta kkkkk. Tem muita gente foda, muito cara bom. Mas a comunidade é muito massa, geral pelo mesmo proposito e quando tem alguem de cheat, logo removem. Parabens para a Valve que continuou com esse projeto lindo. Desde Half Life 1 estamos juntos.
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mgL
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aquela parada magica da antiga telltale voltou mas agora em outra desenvolvedora fundada pelos mesmos criadores de the walking dead, the wolf among us e tales from the borderlands e dá pra sentir isso nesses dois primeiros episódios. muito bom reencontrar esse sentimento de empolgação jogando algo episódico. agora é esperar pelas próximas três semanas e ver pra onde essa história vai. we joke. we laugh. we suppress our trauma.
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liz
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Visual, roteiro e música excelentes! A vibe Telltale está de volta com esse game. Única coisa que me decepcionou até agora foi a duração dos episódios, cerca de 45 minutos a 1 hr max de gameplay cada um; eu esperava ao menos 1hr e meia a 2 hrs por EP. Se tiver como editar review na Steam eu vou tentar voltar e atualizar aqui conforme forem lançados os próximos episódios. EP 1&2 = 8,5/10
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Sr_Ayoub
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Na moral, zerei o BF6 e fala sério, quem diz que a campanha é ruim tá viajando kkk. Ela é bem feita, mas passa aquela sensação de estar incompleta, tipo quando você assiste Duna Parte I — termina num baita cliffhanger e parece que falta uma DLC pra completar a história. Eu já imaginava isso antes de jogar, porque a campanha realmente soa como uma introdução, uma “Parte I” de algo maior. A trama é bem amarrada e, por incrível que pareça, reflete bastante a realidade. Muita gente leiga falou que criaram uma organização paramilitar de ex-militares de vários países só pra não ofender ninguém, mas esse negócio de o inimigo ser os próprios de casa é bem real pra quem já tomou a blackpill. Essa narrativa faz sentido — follow the money. A campanha, apesar de boa, deixa um gosto de algo incompleto e não desenvolve tão bem os personagens. Só o Murphy, o líder, tem destaque de verdade — ele aparece em mais missões e o arco dele é bem construído. Os outros soldados, mesmo que você jogue com eles, têm menos presença e acabam sendo coadjuvantes. Esqueci de mencionar, mas o vilão é o ponto fraco. Ele não é ruim, só é meio “nhé”, e por não ser tão bem desenvolvido, o roteiro perde um pouco do senso de ameaça e urgência. Dito isso, pagar R$300 só por uma campanha curta não vale muito a pena, então o ideal é esperar uma promoção. Mas se você curte multiplayer e era fã do BF3 e BF4, pode comprar tranquilo — o jogo lembra muito esses clássicos que colocaram Battlefield entre os gigantes da indústria. Dito tudo isso, a história é bem feijão com arroz, mas muito bem feita. Porém, o cliffhanger no final indica que, se houver continuação, podem rolar dois plot twists que mudem totalmente a visão sobre o primeiro jogo. No geral, nota 8,75. (Nota apenas para o multiplayer: 10/10)
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