Giovanny
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Posso chamar mais esse jogo de pai do que meu pai biológico. Quando eu era criança - ele estava lá Nos meus aniversários - ele estava lá Quando me formei na escola - ele estava lá Quando comprei minha primeira moto - ele estava lá Quando entrei na faculdade - ele estava lá Quando comecei a namorar - ele estava lá Quando larguei - ele estava lá Voltei a namorar - ele estava lá Tive filhos - ele estava lá Comprei uma casa - ele estava lá Fui preso por pensão - ele não estava Ou seja: CS 10x0 Meu pai
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axecretedui
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Antiga análise: O jogo apresentou uma melhora significativa em relação ao 25. Até agora não notei problemas com aquelas jogadas irritantes de rebote ou o “bate-rebate estilo pebolim” que aconteciam com frequência no anterior. Ainda existem pontos que precisam de ajuste, como pequenas travadas em saídas de bola parada e a inconsistência dos goleiros em defesas aparentemente fáceis. No entanto, de forma geral, é um grande avanço e passa uma experiência bem mais fluida e agradável do que no EAFC 25. Nova análise: No início, o jogo parecia incrível. Na primeira semana, tudo funcionava bem e dava gosto jogar. Mas agora, infelizmente, voltou a ser horrível. Primeiro, o matchmaking é simplesmente injusto: quase sempre enfrento times absurdamente mais fortes, o que tira completamente a graça. O jogo parece priorizar conectividade em vez de equilíbrio entre elencos e o pior é que essa tal “conectividade” nem funciona direito, já que as partidas caem o tempo todo, especialmente quando estou vencendo, e o resultado nem conta como vitória. Os zagueiros estão patéticos, lentos e desajeitados, perdendo corridas até para jogadores com 68 de velocidade. E ainda tem os travamentos constantes em qualquer bola parada, o que deixa a experiência ainda mais frustrante. Enfim, o jogo voltou a ser uma grande decepção. Parabéns, EA, por estragar novamente algo que parecia promissor.
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