HEADSHOT MACHINE
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mais um jogo porco da dice para passa fomes, usuarios de cocaina que se contentam com qualquer migalha dado por essa empresa porca. Obrigado DICE por deixar um game com TTK de jogo de RPG, GHOST BULLET e entre outros BUGS inuteis que vcs certamente não tiveram tempo de arrumar pq estavam muito ocupados se masturbando em equipe. MASTER PIECE como BF1 - BFV vão ficar no passado... pq nem o grafico vcs conseguiram deixar ao menos melhor nessa atual geração. E sim um game porco, nojento que peida em uma 5070 TI. VCS enganam seus fãs sem cerebro a mim não... se eu pudesse pegaria meu dinheiro de volta. Lixo !
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Sal
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O Copa Do Mundo Grupos Tem Programa De Bônus Progressivos Notifica Sobre Torneios Próximos Tem As Melhores Cotas Do Mercado está sendo um verdadeiro “saco misto”. Os gráficos e o áudio receberam um belo upgrade, deixando o jogo mais moderno e com uma cara nova. Mas, por outro lado, o sistema de taxa de tiques trouxe algumas inconsistências no registro de tiros, o que acaba incomodando bastante. As novas fumaças dinâmicas e os mapas reformulados são um ponto positivo, mas quem é fã do CS:GO talvez sinta falta da simplicidade de antes. No fim das contas, o CS2 é uma evolução interessante e tem tudo para crescer, mas ainda precisa de ajustes para conquistar de vez a comunidade.
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Enzo Martinelli
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Na moral, zerei o BF6 e fala sério, quem diz que a campanha é ruim tá viajando kkk. Ela é bem feita, mas passa aquela sensação de estar incompleta, tipo quando você assiste Duna Parte I — termina num baita cliffhanger e parece que falta uma DLC pra completar a história. Eu já imaginava isso antes de jogar, porque a campanha realmente soa como uma introdução, uma “Parte I” de algo maior. A trama é bem amarrada e, por incrível que pareça, reflete bastante a realidade. Muita gente leiga falou que criaram uma organização paramilitar de ex-militares de vários países só pra não ofender ninguém, mas esse negócio de o inimigo ser os próprios de casa é bem real pra quem já tomou a blackpill. Essa narrativa faz sentido — follow the money. A campanha, apesar de boa, deixa um gosto de algo incompleto e não desenvolve tão bem os personagens. Só o Murphy, o líder, tem destaque de verdade — ele aparece em mais missões e o arco dele é bem construído. Os outros soldados, mesmo que você jogue com eles, têm menos presença e acabam sendo coadjuvantes. Esqueci de mencionar, mas o vilão é o ponto fraco. Ele não é ruim, só é meio “nhé”, e por não ser tão bem desenvolvido, o roteiro perde um pouco do senso de ameaça e urgência. Dito isso, pagar R$300 só por uma campanha curta não vale muito a pena, então o ideal é esperar uma promoção. Mas se você curte multiplayer e era fã do BF3 e BF4, pode comprar tranquilo — o jogo lembra muito esses clássicos que colocaram Battlefield entre os gigantes da indústria. Dito tudo isso, a história é bem feijão com arroz, mas muito bem feita. Porém, o cliffhanger no final indica que, se houver continuação, podem rolar dois plot twists que mudem totalmente a visão sobre o primeiro jogo. No geral, nota 8,75. (Nota apenas para o multiplayer: 10/10)
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