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Uma das metodologias mais comuns envolve o roubo do SIM card, também conhecido como chip. O golpista entra em contato com a operadora de telefonia, usando informações obtidas por meio de redes sociais, vazamentos de dados ou engenharia social, e solicita a transferência do número para um novo chip, que passa a receber ligações, SMS e acessos aos aplicativos vinculados ao número. Além do SIM swap, existem ainda técnicas mais sofisticadas, como o uso de softwares espiões instalados no aparelho por meio de links maliciosos, aplicativos falsos e até acessos físicos ao telefone, geralmente em situações de roubo ou perda.